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O baby nasceu! É lindo! Gordo, pesa uns 2 kg (duzentas páginas). A médica (orientadora) Denise está encantada com o que se pode chamar obra completa. Envolvida com a criança, assim como nós, lambe a cria e dispara elogios. A empolgação de estar com algo novo nos braços, renova nossas forças, estamos cada vez mais confiantes que ele vai dar certo.

A maior parte do tempo, tentamos manter o pé no chão e não sonhar um futuro glorioso para ele, como qualquer um tem defeito e precisa de melhorias, problemas sanados com o tempo. A assistente da médica, com um olhar clínico identifica mais defeitos que nós, eles são pequenos, mas fazem muita diferença, nos comprometemos a melhorá-lo.

No começo do ano quando ele surgiu ficamos encantadas com a ideia. E como não sonhar com um futuro perfeito para ele? Tantas ideias, discussões aperfeiçoamentos, fomos buscar especialistas para que ele fosse o melhor de todas nós.

Agora que ele está aí ganhando o mundo posso dizer com muito orgulho que ele é fruto de muito esforço, determinação, brigas, risadas, passeios e recheado de muito conhecimento. Minhas parceiras não podiam ser melhores, com dedicação infinita deram carinho e acrescentaram cada palavra meticulosamente para que nada desse errado. Ah, o baby tem nome chama Riso Aberto.

Denise, Fernanda, Juliana, Simone, Thais, acredito que esse seja o sentimento que nós temos em relação ao trabalho. A trajetória que fizemos para chegar até aqui nos fez crescer e amadurecer, principalmente na parte do trabalhar em grupo, com dificuldade deixamos as opiniões pessoais de lado pensando no bem estar e no melhor para o grupo e o trabalho.

Para não perder a sequência das definições do riso… O riso está na simplicidade, nas pequenas coisas que produzem enormes gargalhadas, na sutileza das surpresas.

Por Paula Matos (Palhaça Mercedes)

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Juliana Moraes

Pra quem não sabe, o CRT – Centro de Rádio e Televisão – do Mackenzie virou nossa casa… Passamos mais tempo com o Claudinei do que com a nossa família! O pior é que não é uma vida só, são várias! Muitas pessoas passam por lá, depositam seus sonhos, acreditam e gostam do que fazem… Outras vão só pra passar de ano e cumprir obrigações, mas essas passam rápido!

Mas engana-se aquele que pensa que o único tipo de vida que reina por lá é dos seres humanos… Isso mesmo! Alguns insetos aparecem por lá para acabar com a ordem. Estávamos lá, todas concentradas, editando o vídeo, quando a Fernanda, toda discreta vira e fala “peraí gente, tem uma barata aqui…” Mal ela acabou de falar eu já levantei gritando, correndo e quase derrubando ela da cadeira. “Ai, uma barata! Cadê?”. Todo esse escândalo e ainda nem tinha visto o tamanho da nojentona.

Eu tenho uma desculpa, morro de medo e todo mundo sabe. Mas não fui a única a pagar o mico da gritaria! Nem vou contar que a Thaís também levantou desesperada da cadeira e saiu correndo. Ainda bem que os meninos da nossa sala também estavam editando vídeo e nos salvaram daquele animal horripilante e cruel…

Ah, detalhe que o Claudinei disse que na época do calor, isso e a coisa mais comum de acontecer por lá…

Tirando essa passagem, estamos todas muito felizes com o avanço do nosso trabalho. Falta menos de uma semana para a entrega do TGI e estamos na luta! Quase acabamos o vídeo, a parte escrita também vai bem, obrigada…

E já começo a sentir saudade dos meses que passamos no CRT! Todos os funcionários brincam que a gente precisa passar o cartão, porque se chegarmos atrasadas, vão descontar da nossa folha de pagamento!

Esse CRT tem cada história… Ele é muito mais que uma vida!!!

 

 

Por Juliana Moraes (Palhaça Tia Gugu)